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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Estudo detecta mancha de óleo de 35 km no golfo do México

Oceanógrafos americanos detectaram uma grande massa de hidrocarbonetos se estendendo sobre ao menos 35 km, a mais de 900 metros abaixo da superfície da água no golfo do México, originária do vazamento da BP, segundo um trabalho publicado nesta quinta-feira (19).
Os pesquisadores do Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI), o maior instituto privado de estudos oceanográficos sem fins lucrativos do mundo, comprovaram que o petróleo é proveniente da maré negra resultante da explosão, no dia 20 de abril, da plataforma Deepwater Horizon. A “nuvem” de petróleo submarina, em parte diluída, era até o momento imperceptível e vem causando polêmica.
O escape do poço da BP, a 1.500 metros de profundidade, foi interrompido em meados de julho, após 4,9 milhões de barris terem sido derramados no oceano.
Os pesquisadores também observaram que a biodegradação deste petróleo estava em curso graças aos micróbios que vivem em grandes profundidades, mas que este processo é relativamente lento.
A mancha foi detectada durante uma expedição científica entre os dias 19 e 28 de junho e mede 35 km de comprimento, 1,9 km de largura e tem mais de 200 metros de altura, podendo resistir por mais tempo.
“Não apenas demonstramos que existe uma mancha de petróleo no golfo do México, como também determinados sua origem e sua composição”, destacou Richard Camilli do WHOI, chefe da expedição científica e principal autor do estudo publicado na revista americana “Science”, nesta semana.
“Até o momento, a massa era considerada como teoria”, acrescentou, precisando que ela não é composta de “petróleo puro”, tendo também variados componentes do óleo.
As análises cromatográficas de amostras confirmaram a presença de benzeno, tolueno (um dissolvente), etilbezeno e xileno.
A mancha mostra que o petróleo “ficará no oceano por mais tempo do que pensávamos”, enfatizou o oceanógrafo.

Fonte: Folha.com

quarta-feira, 26 de maio de 2010

De vilão a herói, é esta a realizada do chuveiro elétrico

De vilão a herói é este o caminho do chuveiro elétrico. Tido como o principal vilão da conta de luz e presente em 73% dos lares brasileiros, seu status muda devido a uma pesquisa do Centro Internacional de Referência em Reuso da Água (CIRRA), da Escola Politécnica da USP, que mostra que tomar banho neste modelo de aparelho é mais econômico do que em equipamentos dotados de aquecedores solares e a gás.
A base para os dados apresentados no estudo foi de um banho de oito minutos, com o chuveiro elétrico o custo médio é de R$ 0,30. O mesmo banho sai por R$ 0,46 com aquecedores solares tradicionais, ou seja, 53% mais caro. Com aquecedores a gás, o custo é de R$ 0,59 (96% a mais). Com um boiler elétrico, ao custo de R$ 1,08 o mesmo banho sai 260% mais caro do que o chuveiro elétrico.
A conclusão sobre a “economia” dos chuveiros elétricos se veio através do consumo de água dos diversos sistemas de aquecimento. De acordo com o estudo, a média anual do consumo de água no chuveiro elétrico foi de 4,2 litros por minuto. Mas no aquecedor a gás, a média foi de 8,7 litros por minuto. Ou seja, 107% maior que o consumo do chuveiro elétrico. Já o aquecedor solar obteve uma média de 8,4 litros por minuto (100% maior do que o chuveiro elétrico) e o boiler elétrico, 8,5 litros por minuto (102% maior do que o chuveiro elétrico).
Os resultados fazem parte do estudo Avaliação do consumo de insumos (água, energia elétrica e gás) em chuveiro elétrico, aquecedor a gás, chuveiro híbrido solar, aquecedor solar e aquecedor de acumulação elétrico, a pesquisa teve apoio do Grupo de Chuveiros Elétricos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
Com a afirmação de que os antigos vilões agora são heróis, é importante distinguir que o fato de um aparelho elétrico fornecer energia mais barata que as formas renováveis, não isenta o efeito positivo ao meio ambiente em que estas alternativas são usadas em outros casos.



terça-feira, 27 de abril de 2010

Reações da atmosfera ao excesso de dióxido de carbono

O gás carbônico é o principal subproduto da queima dos combustíveis fosseis para obtenção de energia.
Não há como obter energia a partir da matéria orgânica sem gerar gás carbônico.
O gás carbônico é mais denso que a mistura gasosa que compõe a atmosfera, por isso, a tendência do referido gás é permanecer nas camadas mais baixas da atmosfera. A mistura do gás carbônico com os gases atmosféricos só acontece devido à variação da pressão, ventilação, movimentação dos mares e oceanos, movimentação da terra, ventos, chuvas e calor solar. Se não houvesse a “intervenção” destes agentes naturais, a vida animal já estaria extinta por asfixia.
O gás carbônico é isolante térmico, não é tóxico, é inerte, mas por ser mais denso que o ar, expulsa o oxigênio dos ambientes mais baixos, ocupando seus espaços, podendo provocar a asfixiante.
Os grandes centros produzem gigantescos volumes aquecidos de gás carbônico, que pelos motivos expostos, ficam estacionados no local de sua geração, formando bolsões térmicos sobre o local de origem com pouca ou nenhuma, dissipação ou movimentação.
Imaginemos o estrago que um bolsão térmico, contendo baixas temperaturas, faz quando rompe um grande volume de massa de gás carbônico aquecida. Pode-se fazer uma experiência bastante simples, enchendo duas bexigas de borracha, dessas usadas em festas infantis. Coloque uma na geladeira e outra deixe a temperatura ambiente ou, melhor ainda, sob o sol quente. Após meia hora, pressione uma contra a outra, fazendo com que se rompam simultaneamente. Observaremos a formação de gotículas de água se precipitam imediatamente.
Fenômeno parecido acontece freqüentemente ao nosso redor. Por exemplo, a cidade de São Paulo, após um dia inteiro, recebendo a descarga de gás carbônico e vapores aquecidos durante todo dia. A atmosfera local está aquecida e saturada de gases, principalmente de gás carbônico. Não nos esqueçamos que São Paulo fica localizada num planalto bem acima do nível do mar, e a massa fria que vem do sul, à medida que caminha, vai-se aquecendo e as moléculas aquecidas tendem a procurar os pontos mais altos.
Quando as duas massas de gases se encontram, a quente que está estacionária e a fria que está chegando, invadindo a massa mais quente, acontece uma rápida precipitação atmosférica, as águas se precipitam de uma só vez, provocando enchentes catastróficas. Quanto mais gás carbônico na atmosfera, pior será a situação.
O gás carbônico dificulta a mobilidade dos gases por ser mais denso, formando barreiras, impedindo a mistura e homogeneização dos gases e vapores e a conseqüente irregular distribuição da umidade, concentrando-a em determinados locais e áreas diferentes, daí as chuvas mal distribuídas, muitas vezes no centro de São Paulo chove torrencialmente e num subúrbio, a alguns quilômetros de distancia, o sol brilha.
Esse fenômeno pode ser local ou global, é o efeito estufa. O efeito estufa está acabando com a vida no planeta, alterando o habitat e as condições de vida na terra. O calor não se dissipa, não há um equilíbrio térmico, resultando na sensação de frio ou calor excessivo.
O calor recebido do sol e o calor retido nos bolsões térmicos são somatórios, cumulativos e não há uma troca térmica com a irradiação natural para o espaço, devido ao bloqueio formado pelo excesso de gás carbônico, havendo uma tendência a um aumento contínuo do calor, facilmente explicável, pois a cada segundo, o mundo queima mil barris de petróleo, mais ou menos 160.000 litros.
Soluções existem para se resolver o problema do efeito estufa, (excesso de gás carbônico na atmosfera), inclusive, criando condições de continuar com a utilização da matriz energética atual, basta para tanto, vontade política e disposição de se gastar um pouquinho dos lucros auferidos pela industria petroquímica para reciclar o gás carbônico, ou melhor, devolve-lo às sua origens.

Autor: Antonio Germano Gomes Pinto
Engenheiro Químico, Químico Industrial, Bacharel em Química com Atribuições Tecnológicas, Licenciado em Química, Especialista em Recursos Naturais com ênfase em Geologia, Geoquímico, Especialista em Gestão e Tecnologia Ambiental, Perito Ambiental, Auditor Ambiental e autor de duas patentes registradas no INPI, no Merco Sul, na UE, na World Intellectual Property Organization e em grande número de países.













sábado, 24 de abril de 2010

Biocombustíveis causam quatro vezes mais emissões de CO2 que a gasolina comum

O impacto analisado pelo estudo da Comissão Europeia não leva apenas em conta a queima do combustível, mas todo o processo envolvido na produção
Combustíveis feitos a partir de soja têm o poder de causar quatro vezes mais impacto no ambiente que a gasolina ou diesel comum. A novidade faz parte de um relatório da Comissão Europeia, segundo o jornal Telegraph de quinta-feira (22).
A emissão quatro vezes maior de CO2 (dióxido de carbono), um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa, é mais uma polêmica que envolve a produção de biocombustíveis. Esse tipo de produto é considerado por muitos especialistas como responsável por provocar escassez de alimentos nos países onde as áreas de plantio para arroz e trigo passaram a ser substituídas por campos de soja ou cana-de-açúcar.
O problema se agrava nos Estados Unidos porque a terra usada na produção de soja para alimentação animal está sendo agora ocupada com foco na demanda pelos biocombustíveis, fazendo com que sejam necessárias mais espaços para o plantio em grandes países exportadores, como o Brasil.
As menores emissões indiretas são as que acontecem a partir do bioetanol feito com cana-de-açúcar ou beterraba e óleo de palma do sudoeste asiático, mas mesmo assim causam danos por muitas vezes estarem ligadas ao desmatamento.
O relatório indica que o assunto é complexo e exige mais análises, mas Kenneth Richter, da ONG (Organização Não Governamental) Amigos da Terra, a conclusão é que os biocombustíveis não são a resposta para combater as alterações climáticas. “A maioria dos processos usados na produção dos biocombustíveis produz mais emissões que os combustíveis fósseis, portanto as ações que estão em curso na Europa deveriam ser feitas de maneira diferente.”
A União Europeia estabeleceu uma meta de substituir pelo menos 10% dos combustíveis mais comuns por aqueles baseados em fontes renováveis até 2020.

Fonte: Portal R7



sábado, 20 de março de 2010

A fertilização dos oceanos com ferro foi proposta como uma forma de enfrentar as mudanças climáticas.


A fertilização dos oceanos com ferro foi proposta como uma forma de enfrentar as mudanças climáticas.
A ideia é de que o ferro promove o crescimento do fitoplâncton, que remove o dióxido de carbono da atmosfera através da fotossíntese. Quando o fitoplâncton morre e afunda, o carbono é isolado no fundo do oceano.
O entusiasmo com a ideia vem diminuindo, em parte devido à preocupação com a manipulação em larga escala dos ecossistemas marítimos.
Um estudo recente, publicado na revista científica "The Proceedings of the National Academy of Sciences" aponta para um risco específico: com a promoção do crescimento de certos organismos, o enriquecimento do ferro pode resultar na produção de uma neurotoxina, o que traria prejuízos ao meio ambiente.
Charles G. Trick e sua equipe, da Universidade Western Ontario, estudaram várias espécies de diatomáceas (organismos unicelulares) do gênero Pseudo-nitzschia.
Tóxico - Estes organismos produzem ácido domoico - aminoácido raro -, utilizado para ajudar no crescimento. Porém, este ácido é tóxico para muitos organismos, inclusive mamíferos aquáticos e seres humanos.
As grandes florescências de Pseudo-nitzschia nas águas costeiras causaram o envenenamento de leões marinhos que se alimentam de moluscos contaminados.
Alguns estudos haviam sugerido que, no meio do oceano, as diatomáceas não produzem a toxina. Mas Trick disse que o trabalho de sua equipe prova que essas pesquisas anteriores estavam incorretas.
As Pseudo-nitzschia colhidas no meio do oceano e sujeitas às experiências a bordo do barco de pesquisas produziram uma grande quantidade de ácido domoico. "Descobrimos que há muita toxina lá", disse ele. "Caso semeássemos com ferro, a quantidade de toxina aumentaria."
Os pesquisadores encontraram provas de que o aumento da produção de ácido domoico permitiu que as Pseudo-nitzschia invadissem outros fitoplânctons. "É mais tóxico do que antes e está presente em maior quantidade", afirmou Trick.

Fonte: Folha Online

quarta-feira, 10 de março de 2010

Reflexão artigo "A única saída para o Efeito Estufa"

Comparando ao que era a Terra no início do século XX, vemos hoje um planeta imundo. As ações antrópicas visando sempre poder e crescimento econômico fez e faz até os dias atuais com que o homem destrua as florestas, polua as águas, polua o ar, além de exterminar centenas de espécies de nossa fauna e flora, e em conseqüência de suas inúmeras ações, abriu um buraco na camada de ozônio e potencializou o fenômeno natural do Efeito Estufa, causando assim, o temido Aquecimento Global.

As ações antrópicas que influenciam significadamente o meio ambiente, e conseqüentemente a qualidade de vida das pessoas, têm se mostrado não somente em ações diretas como a destruição de recursos naturais, mas principalmente em ações indiretas, tal como: se recusar a buscar um crescimento sustentável, exceto se houver cobrança passível de multa ou simplesmente ser indiferente ao problema e não colaborar e cobrar de nossos representantes uma legislação que busque e obrigue ações e atitudes para revertermos o atual quadro.
O desenvolvimento da humanidade deixou um rastro de destruição ambiental. A população do mundo quadruplicou nos últimos 100 anos, a produção industrial e a agricultura expandiram-se e os carros e fábricas lançam no ar toneladas de poluentes. Nada disso acontece de graça. O tempo mostrou, contudo, que é possível crescer – e enriquecer – com responsabilidade ambiental. Como a proteção ao meio ambiente custa caro, as empresas só passaram a realizar despesas nessa área quando foram obrigadas por força de lei. Não bastava possuir a tecnologia. Era preciso um governo sério que cumprisse sua missão de fiscalizar sem se corromper e uma sociedade em que as pessoas pudessem exigir providências da autoridade. Ou seja, a proteção ambiental depende diretamente da democracia. Tanto que podemos ver que os países menos desenvolvidos são os principais a sofrerem com a negligência de seus governantes para questões ambientais, e sofrem também com as conseqüências climáticas que vemos diariamente.
Seria então a democracia a salvação da humanidade para resolvermos os problemas ambientais? Não, por mais que haja democracia estamos rodeados de pessoas que visam interesses próprios e não há espaço em suas vidas para se dedicar e se preocupar com a qualidade de vida e o meio ambiente com uma estimativa a médio e longo prazo. Faz parte da população o pensamento egoísta, por que devo me preocupar se a água potável vai acabar no mundo? Hoje tem bastante, será o suficiente para o tempo que estiver vivo! Haja vista, a questão do saneamento em nosso país. De acordo com Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, o índice médio de coleta de esgoto no Brasil é de 69,7%, sendo que o tratamento atinge apenas 25%. Os números de coleta e tratamento de esgoto refletem diferenças regionais gritantes, como a região Sudeste chega a ter 91,4%, enquanto na região Norte não passa de 9%.
O maior desafio que temos a seguir é o que fazer com milhares de milhões de gases poluentes, em especial o gás carbônico que é lançado diariamente na atmosfera?
De acordo com o artigo “A única saída para o Efeito Estufa”, podemos transferir o Gás Carbônico (CO2) para as regiões abissais oceânicas, que são os depósitos naturais do carbono. Com a ajuda da energia solar, a fotossíntese e a água seria possível capturar apenas o carbono e aprisioná-lo em containers de concreto armado – de plástico ou outro material resistente à corrosão e, deve conter orifícios para entrada de água e equilíbrio das pressões internas e externas para prevenir possível esmagamentos dos containers e facilitar a submersão dos mesmos . E com ajuda de grandes embarcações seria transportado para locais submersos por ação da gravidade. Desta forma, o carbono capturado e aprisionado ficará em depósitos geológicos, e caso venha a sofrer abalos sísmicos ou acomodação de camadas, iriam soterrar estes containers, tornando-os mais seguros. De acordo com a sugestão apresentada pelo Sr. Antônio Germano podemos verificar inúmeras vantagens, conforme o mesmo listou:
- Em grandes profundidades abissais não há desenvolvimento de vida, semelhante a da superfície, capaz de gerar reações aeróbias ou anaeróbias, portando, não havendo degradação desta biomassa, não haverá geração de gases e a atmosfera estará livre da massa de gases que fatalmente seria gerado se aquela quantidade de biomassa continuasse sobre a superfície terrestre, entrasse em decomposição natural ou fosse incinerada.
- Se a cada "colheita" da biomassa se plantasse outra, gradualmente, o gás carbônico estaria sendo capturado e, indiretamente, depositado nestes depósitos geológicos sob a forma de carbono com uma conseqüente limpeza gradativa da atmosfera.
- Se a captura direta do gás carbônico se torna inviável devido as suas condição de gás, capaz de ocupar grandes volumes, desenvolver grandes pressões, além de outros riscos óbvios que não enumeraremos, vamos aprisionar o carbono, "matéria prima" geradora do referido gás, cujo excesso na atmosfera se tornou "um inimigo implacável", o principal gerador do Efeito Estufa que mais cedo ou mais tarde irá eliminar a vida animal da face da terra se não for contido.
- Os combustíveis fósseis poderiam continuar sendo explorados porque estaria havendo uma reciclagem, uma correta destinação do efluente gasoso gerado na exploração deste tipo de energia, por via indireta, sendo devolvido ao seu local de origem, às profundezas da crosta terrestre.
- Usando-se o mesmo raciocínio, a mesma lógica, a biomassa poderia ser armazenada, aproveitando-se os espaços disponíveis deixados pela exploração do petróleo. A retirada do petróleo deixa grandes vazios que são preenchidos com água.
- A mineração cria gigantescas crateras que, muitas vezes, são simplesmente abandonadas sem passarem por qualquer processo de remediação.
- As falhas geológicas, gigantescos espaços, muitas vezes continentais, poderiam ser utilizadas como depósitos de biomassa.
- De forma idêntica, poderiam ser armazenadas grandes quantidades de biomassa nas regiões desertas, sob suas areias escaldantes, locais desprovidos de água. Onde não há água não há vida, onde não há vida não há decomposição de matéria orgânica, não havendo decomposição de matéria orgânica não há formação de gases do efeito estufa.
- A mãe natureza, via carbono, forneceu tanta riqueza ao homem durante o século passado! Por que não devolver-lhe, durante este século, parte dessa riqueza, retornando parte desse carbono ao seu local de origem, de onde nunca deveria ter sido retirado, às profundezas da crosta terrestre, recompondo assim o Período Carbonífero?
- Dessa forma se fecharia um círculo, origem, exploração e destinação adequada do efluente produzido pela industrialização do petróleo.
Com o artigo “A única saída para o efeito estufa” é possível notar que além das inúmeras tecnologias sustentáveis existentes, existem tantas outras por vir. A maior dificuldade é fazer com que haja realmente um comprometimento por parte dos governantes para que possamos mudar o atual diagnóstico ambiental e, irmos à busca do verdadeiro desenvolvimento sustentável.
A pergunta final é: se existe legislação ambiental para que as empresas façam o tratamento e acondicionamento adequado de seus resíduos gerados ou não nos processos industriais, por que esta legislação não se enquadra nas indústrias petroquímicas do país? Se o slogan do Governo Federal é “Brasil um país de todos”, precisa colocar em prática tal afirmação e finalmente termos uma igualdade, ao menos na legislação.